quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Camané, Aveiro
Blind Zero - Porto
OqueStrada - «Incrível Tasca Móvel»
Novidades!
domingo, 26 de setembro de 2010
«Répteis» - Teatro Municipal Mirita Casimiro (26 de Setembro)
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
«Pequenos Burgueses» - pedido de desculpas
domingo, 19 de setembro de 2010
«Uma Lição dos Alóes» - Teatro Municipal Mirita Casimiro (18-09-2010)

segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Supertramp (12-09-2010) - crítica Culturesco
sábado, 11 de setembro de 2010
«Pequenos Burgueses» e «Olhos nos Olhos» - entreMITOS 2010 (10 de Setembro)
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Festa do Avante - crítica Culturesco*
Falemos de Música: No primeiro dia, com as portas do recinto a abrir às 18h, o resto da noite foi preenchida pela Orquestra Sinfonietta de Lisboa, (Maestro Vasco Azevedo) num concerto de tributo aos 25 anos da Carvalhesa. Mário Laginha, António Victorino D´Almeida e António Rosado foram alguns dos ilustres convidados. Foi impossível assistir ao concerto na integra, no entanto, uma boa sonoridade, e um bom andamento estiveram presentes. A organização da Festa do Avante, aposta todos os anos num primeiro dia muito soft, sempre dedicado a música mais para o clássica, permitindo aos visitantes passear pelo recinto, embalados ao som de violinos, pianos, trompetes e tambores, enquanto comem uma bela sandes de Lombo de Porco.
No segundo dia, podemos deliciar-nos com Diabo na Cruz, um concerto cheio de andamento, cheio de energia, que despertou em todos nós uma vontade enorme de dançar, e acabou por tornar o sol abrasador que se fazia sentir, muito mais suportável. Este concerto contou com a presença de António Victorino D´Almeida no palco, e foi pena só ter a duração de 40 minutos, porque a energia e boa-disposição dos músicos, é contagiante. Com o avançar do dia, decidi trocar Deolinda (por não ser grande apreciadora da banda. Mas quem lá esteve, diz que foi um bom concerto) e preferi ir ver A NAIFA. Como explicar este concerto? Misturem Fado e Pop no mesmo copo, e depois digam-me o que vos deu, pode ser? É isso que são os A NAIFA. Uma banda cheia de musicalidade, na perfeita voz da Maria Antónia Mendes, óptima para balançar, e fechar um bocadinho os olhos se puder ser.
Nessa mesma noite, ainda consegui ver Bernardo Sasseti Trio (Alexandre Frazão na bateria, Carlos Barretto no baixo) num concerto que não foi banal, que teve devaneios (por parte de Sassetti), que teve momentos de explosão (por parte de Frazão) e que arrecadou muitas palmas no final. É Jazz, e o Jazz é sempre imprevisível e bom de ouvir.
Para fechar a noite, rumei ao palco principal, para tentar ouvir Pedro Abrunhosa. Não dá, não consigo. A meu ver, algo de errado se passa com aquele senhor. Um concerto incrivelmente longo, (um bom caso, onde a organização da festa, poderia estabelecer os belos 40 minutos de concerto que estipulou para todos os outros artistas.) com muita conversa, pouca música, tentativas falhadas de entertainment, e uma versão desastrosa do Hallelujah. Tocou poucas músicas, arrastava a coisa de tal maneira, que cada música acabava por ter 6 ou 7 minutos. Não, não gostei do concerto.
Passando para Domingo. Começamos o dia a ver Os Dias De Raiva. Presenteados mais uma vez com um sol abrasador, os ilustres convidados também tornaram a coisa mais fácil de suportar. Uma mistura de punk-hardcore, metal e o thrash metal, resultou num belíssimo concerto cheio de energia. Visto da segunda fila, e sem qualquer tipo de moche por perto, consegui deliciar-me com as mensagens de cada uma das músicas, com a loucura, irreverência e raiva do Carlão (vocalista e homem da minha vida) e com a constante interacção com o público. A interacção com o público, é algo que para mim, é fundamental a qualquer concerto a que vá. Aqui não faltou. Os Dias de Raiva, um projecto que já conhecia, não me desiludiu de todo. Muito pelo contrário, um estilo de música que aparentemente não parece bom de ouvir, mas que acaba por se revelar um excelente libertador de...raivas.
Seguiu-se Expensive Soul, num concerto com uma Vibe super poderosa. Puxaram tanto por nós, fizeram-nos saltar tanto, fizeram-nos gritar e bater tantas palmas. Tudo isto às quatro horas da tarde. Toda a gente conhece a sonoridade de Expensive Soul, como tal, o concerto foi isso mesmo, boa vibe, no estado mais puro. Tão puro, que os artistas nem queriam acreditar no que estavam a conseguir fazer com aquele público que alinhava em tudo o que eles sugeriam. Um concerto a recordar.
Vimos ainda Dazkarieh. Ia com expectativas altíssimas para esta banda. Talvez por isso, e aliado ao cansaço, não desfrutei em pleno deste concerto. Estive sentada, e não arranjei motivações para me levantar tirando uma ou outra altura. Pouca interacção, pouco movimento, pouco ritmo. Gostei no entanto, não tanto como estava à espera.
Para fechar a noite vi Tim e Companheiros De Aventura, um projecto que não conhecia. Ao início, com a Dulce, estava um concerto bastante calminho, e como era a última noite, a malta queria era agitação. Mas a coisa mudou de figura, quando entraram António Victorino D´Almeida, Rui Veloso, e Mário Laginha, acabando por tornar a segunda parte do concerto, cheia de ritmo e vontade de pular. Foi o encerrar perfeito para a última noite da festa. Brindaram-nos com o fantástico Postal dos Correios, com um Maria e Homem do Leme à capela.
Falemos agora de Comida: Como vos disse, a Festa do Avante, é rica em gastronomia. E mais uma vez, como era de prever, a gastronomia estava lá toda em peso. Até aqui, tudo muito bem. A tarefa de experimentar novos "pitéus" fica sempre a meio do caminho, quando nos deparávamos com as filas E-N-O-R-M-E-S e nunca rápidas, que se nos apresentavam. Os empregados da Festa do Avante já têm a sua certa idade, e não estão nada habituados a esta movimentação da "cidade", acabando por tornar o processo de pedir alguma coisa, mais demorado que o normal. A vontade perdia-se quando nos aproximávamos da Madeira, e víamos uma fila de 300 pessoas. Ainda me consegui deliciar com belas comidinhas, não seja por isso. E para vos ser sincera, acho que aquela bifana extra-picante, ainda me está aqui a trabalhar no estômago.
Falemos do Acampamento: O parque de campismo da Festa do Avante, tem muito poucas sombras, e é muito pequeno. As filas de entrada são intermináveis e é sujo. É aqui que a coisa falha muito. Chega a sexta-feira e já ninguém tem lugar no parque de campismo. Optamos por acampar numa mata ali bastante perto do recinto. Conseguimos desfrutar de boas sombras e..... mais nada. Não tínhamos casa-de-banho, mas se andássemos uns 5-7 minutos, conseguíamos ir a uma casa-de-banho que cheirava a pão. Também não tínhamos chuveiros, problema resolvido, tomando banho no recinto. Tínhamos no entanto carros de trance até às 5 ou 6 da manhã e Vuvuzelas. Mas ninguém vai a este tipo de coisas para dormir, por isso, é entrar no espírito e aguentarmo-nos à Bomboca.
Falha na Festa do Avante, os concertos só terem a duração de 40 minutos.
O saldo da Festa do Avante foi mais que positivo. É uma festa que nunca me desiludiu, que me trás sempre boas recordações, que me proporciona boa música, bom ambiente, e boa comida. É preciso mais alguma coisa para sermos felizes?
*Texto de Catarina Brandão (correspondente Culturesco na Festa do Avante).
entreMITOS 2010

«Tudo Que Existe Entre Nós» - 7 de Setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Festa do Avante! 2010 - apostas Culturesco

É já amanhã que começa a Festa do Avante! A Festa do Avante é uma festa organizada por um partido político Português – O PCP (Partido Comunista Português).
Como tal, a Festa do Avante não é um festival como se diz por aí. A Festa do Avante, é uma FESTA no verdadeiro sentido da palavra que dura três dias! Dia 3, 4 e 5 de Setembro, se se dirigirem à Quinta da Atalaia (no Seixal) poderão:
1 - COMER BEM. A Festa do Avante, tem espalhada pelo recinto, "casas" que representam o Partido Comunista Português quer em Portugal, quer pelo mundo. Poderão então deliciar-se com belos chouriços, queijinhos, entremeadas, caldeiradas, leitões, feijoadas, borregos, assados disto e daquilo, comida Colombiana e Cubana (entre outras), o fantástico Bolo do Caco típico da Madeira (que me faz estar largos minutos na fila, mas que compensa bastante), e muitas outras delícias à vossa disposição. A oferta gastronómica desta Festa, é sem dúvida, imensa e sempre, sempre cheia de qualidade.
2 - OUVIR BOA MÚSICA. A Festa do Avante, conta com um palco principal (Palco 25 de Abril), por onde vão passar Pedro Abrunhosa e Comité Caviar, Bernardo Sasseti Trio, Deolinda, Diabo na Cruz, Expensive Soul, Os Dias de Raiva, Peste e Sida e Tim e Companheiros de Aventura, entre os principais.
Depois temos o Auditório 1º de Maio, dedicado na sua maioria a música Jazz Portuguesa e não só.
A casa de Setúbal, a casa de Santarém, e o palco Novos Valores, contam com música alternativa, duelos de hip-hop, música típica Portuguesa, surpresas, e coisas de que vocês não estão de todo, à espera.
Existem sempre diversos concertos em simultâneo. Os nomes por vezes não são conhecidos, nem vos chamam à atenção, mas se ficarem um bocadinho, garanto-vos, que em nenhum deles se vão arrepender.
3 - ABRIR HORIZONTES, DISCUTIR IDEIAS POLÍTICAS, OUVIR OPINIÕES. A Festa do Avante é uma festa de um partido político. Como tal, a política está presente. São muitos os debates, a propaganda, os cartazes, as manifestações e as discussões, mas se quiseres passar ao lado deste aspecto, tens total liberdade para o fazer!
No domingo, por volta das 18 horas, Jerónimo de Sousa – o líder do Partido Comunista Português há já alguns anos – sobe ao palco 25 de Abril para o comício.
4 - ACAMPAR. Pois claro que nesta Festa, não falta o espírito do campista. Podem acampar no parque de campismo perto do recinto, que esgota cedo, ou nas imediações da Festa. Arranjam sempre um buraquinho.
5 - UMA FESTA BARATA. A EP (Entrada Permanente) custa 19,90€ e dá entrada para os três dias – não tem é o campismo incluído.
O que me leva já desde 2006 à Festa do Avante, é o espírito que ali se cria. Deixam de ser pessoas, e passam a ser camaradas. Camaradas e amigos. Na Festa do Avante, todos são amigos. A Carvalhesa este ano, faz 25 anos. É uma música que toca na Festa várias vezes por dia, e que me arrepia sempre que falo nela, ou a ouço. É uma música, que te permite dançar da forma mais disparatada que te apetecer. Saltas ao som da música, abraças camaradas, gritas, corres, fazes o que tu quiseres, durante uns 5 minutos, ao som de uma música que passa várias vezes ao longo dos dias. O que mais me marca, nesta Festa, é toda a gente estar dispersa, e mal se ouvem os primeiros acordes, toda a gente pára e deixa o que estava a fazer, para descer a correr para o palco principal, e se juntar à multidão que já ali dança. Para muitos o aspecto político é o menos importante.
Apareçam, garanto-vos que vão querer voltar.
Texto de: Catarina Brandão
(correspondente Culturesco na Festa do Avante! 2010)
Nota: Este texto é da exclusiva responsabilidade da sua autora. Não representa, e não tem o objectivo de representar qualquer cor política do Projecto Culturesco, que mais não faz do que reconhecer nesta Festa uma mostra cultural e de reconhecimento do valor artístico de Portugal. Julgamos que mais do que uma Festa Comunista é uma Festa, uma Festa Portuguesa com Cultura e Arte de Portugal – e por isso, e só por isso, já merece o reconhecimento do Projecto Culturesco. A Catarina Brandão vai marcar presença e quando regressar conta-nos como tudo correu.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Bons Sons - crítica Culturesco
Tarda (muito) mas não falha. É este o momento em que vais saber a nossa opinião sobre o nosso último festival deste ano. É verdade… as aulas estão quase a começar, o trabalho também, e isso normalmente vem associado ao fim do verão, e naturalmente que os festivais se acabam. Assim sendo, aqui pelo Culturesco optámos que a melhor maneira de terminar a nossa vida festivaleiro-campista era num evento totalmente desconhecido para nós e que se apresentasse uma verdadeira alternativa a tudo o que vivemos até então.
Qualquer ideia que possam ter de um festival esqueçam-na. O Bons Sons foi mais do que um simples festival. Foi a vivência de música desconhecida mas de grande valor, foi a descoberta de uma aldeia e das suas gentes, foi o aprender que com pouco se pode fazer muito, e foi, acima de tudo, saber que as ideias nunca se esgotam. Se não vejamos, quem se lembraria de fechar uma aldeia, dar aos seus residentes uma pulseira de livre acesso, e durante um fim-de-semana viverem música, juventude, família, espírito livre e alma campista? Foi isso que encontrámos no Bons Sons’10. A aldeia escolhida dá pelo nome de Cem Soldos e fica muito perto de Tomar.
Em termos de música o que nos foi apresentado foi uma mão cheia de talento nacional. Dead Combo apresentaram o seu instrumental mais noctívago, e já os Melech Mechaya a festa da música com um palco imparável e com músicos exímios na arte de entreter. Depois tivemos direito a Terrakota e Dazkarieh, com músicas conhecidas do público, com anos de estrada, com álbuns editados e com uma energia fantástica, inundaram o largo Lopes-Graça (o principal largo da aldeia que acolhia o principal palco do festival) de boas-vibrações! Depois tivemos os Diabo na Cruz e os Diabo a Sete – duas bandas com a inspiração maléfica mas com muito boa música: dois grandes concertos, dois grandes momentos de verdadeiro valor artístico nacional – uns vêm de Coimbra (Diabo a Sete), os outros de Lisboa (Diabo na Cruz), uns têm história de alguns anos (Diabo a Sete), e os outros existem desde 2008 e são, para muitos (os ditos ‘entendidos na matéria’) a revelação da música nacional de 2010 (Diabo na Cruz) – apesar das diferenças, ambos nos deram grandes momentos, e deram ao Bons Sons’10 mais razões para se orgulhar! Passaram pela Igreja da aldeia Lula Pena e Norberto Lobo em dois concertos lotados ao que sabemos (porque fomos descobrir os arredores e não conseguimos chegar a tempo). B Fachada também subiu ao palco a solo (mais tarde subiu ao mesmo palco mas com os Diabo na Cruz), e conseguiu mais audiência na sua segunda prestação do que na primeira. Houve ainda tempo para dois espectáculos de Música para Crianças (estava apenas previsto um, mas a organização rapidamente encontrou outro horário para todos aqueles que não conseguiram assistir à primeira edição, porque lotou a sala num abrir e fechar de olhos); houve uma apresentação de dança com o espectáculo Madmud (também um sucesso!); houve duas sessões de curtas-metragens; houve uma tarde de domingo repleta de música tradicional com os Drama & Beiço (banda de Tomar que 40 minutos depois da hora prevista ainda não tinham subido ao palco – o que nos levou a desistir de os ver), com os Cantares Alentejanos de Serpa (os mesmo que passaram pela Zambujeira do Mar na bem-sucedida iniciativa Singalong Alentejano), e as Adufeiras de Monsanto; houve tempo para a passagem do documentário: «Significado: a música portuguesa se gostasse dela própria» (que passou em estreia no IndieLisboa deste ano); e houve tempo para nas três noites um dj animar os mais resistentes pela noite dentro (grande falha, ou grande ‘coisa-sem-sentido-nenhum’ que aconteceu com a dj Boopsie Cola, não?). Mas enfim, houve ainda tempo para encerrar com Fausto, o cantor da intervenção portuguesa que conta já com mais de trinta anos de carreira e que há algum tempo apresentou o espectáculo «Três Cantos» com Sérgio Godinho e José Mário Branco no Campo Pequeno.
Uma das particularidades deste Festival, e que em muito contribui para o seu verdadeiro sucesso, é o de em todas as edições existir um país da lusofonia convidado. E se na edição anterior esse país foi o Brasil, este ano o eleito foi Cabo Verde e de lá até Cem Soldos voou um Princezito que encantou e marcou a primeira noite de Bons Sons – a melhor maneira de começar!
Entretanto existiu uma ou outra falha de segurança, existiu um campismo com pouca sombra, mas o que fica é uma vivência única que em 2012 contamos repetir (porque só se realiza de 2 em 2 anos). Ainda carente de confirmação, ouvimos dizer que foram vendidos muitos acessos ao festival e que esse número superou todas as expectativas. Tirámos algumas fotografias que brevemente estarão disponíveis na nossa página do Facebook – adiciona-nos! E depois de tudo isto queremos deixar duas ideias: 1 – como é que um festival de aldeia, com um bilhete diário de 6 euros e apenas com música portuguesa (excepção feito ao Princezito) consegue melhor ambiente, melhores resultados do que os ditos ‘grandes festivais’?, e por último uma sugestão simples e que ao que parece seria eficaz: aldeias de Portugal, vejam o exemplo de Cem Soldos e façam nascer iniciativas como o Bons Sons – de certeza que não se iriam arrepender! Lembrar que tudo isto foi organizado por um grupo que quer privilegiar a sua aldeia em termos desportivos e culturais no formato de uma associação sem fins lucrativos: ainda há bons exemplos em Portugal – pena que poucos os copiem… Mas aqui pelo Culturesco ficámos fãs!
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Bons Sons - Tomar (Cem Soldos) - 20, 21 e 22 de Agosto

«As Muralhas de Elsinore» - Teatro Municipal Mirita Casimiro (19/08/2010)
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Super Bock Surf Fest - crítica Culturesco
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Sudoeste TMN - crítica Culturesco
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Sudoeste TMN e Super Bock Surf Fest - Apostas Culturesco
Agora vamos àqueles momentos por que já ansiamos dos dois festivais. Quanto ao Sudoeste TMN, destacamos as actuações de 2manydjs, de Groove Armada, de M.I.A, de Tarrus Riley, Israel Vibration, Expensive Soul, Diabo na Cruz e The Wailers como aquelas que não queremos mesmo perder!
Até lá, boas férias e muita Cultura para todos! Se quiserem partilhar experiências artistico-culturais, o mail está à vossa disposição!